“Minha cassação foi uma armação política”, afirma ex-prefeito Leandro

Ele ainda aguarda o julgamento de recursos pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Leandro Rogério Oliveira (PR), o agora ex-prefeito de General Salgado, classifica como uma armação política as denúncias que resultaram no processo de cassação de seu mandato como chefe do Executivo do município.

Para justificar sua afirmação, o ex-prefeito conta que políticos descontentes com sua vitória em 2016 tumultuaram, prejudicaram e perseguiram sua administração. “Ficam incomodados em saber que alguém do povo, no caso um simples carteiro, conseguiu chegar ao cargo mais importante da cidade”, comenta.

“Se esquecem que quem me elegeu foi a vontade popular e é o povo quem mais perde com toda esta situação”, afirma.

De acordo com a Justiça Eleitoral, Leandro Oliveira, e seu vice, Paulo César de Almeida (PR), foram cassados por abuso de poder econômico, consistente em entrega de vantagem indevida (combustível) a eleitores em troca de voto. A decisão do TRE-SP que manteve a cassação data de fevereiro passado.

Recursos ainda serão julgados 

Enquanto a cidade é governada pelo presidente da Câmara Municipal, Adriano Eugênio Barbosa (Patriotas), o TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral), em sessão realizada nesta quinta-feira (15), definiu o dia 6 de outubro como a data das eleições suplementar.

Apesar disso, Leandro Oliveira afirma aguardar a apreciação de três recursos pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), em Brasília.

“Esses recursos podem ser julgados à qualquer momento e, tenho certeza, que serei reconduzido ao cargo de prefeito de General Salgado”, afirma.

Para a defesa de Leandro Oliveira, o julgamento das liminares deve acontecer na próxima semana e o processo até meados de setembro. “A vontade popular precisa prevalecer e sei que os ministros do TSE serão coerentes e farão justiça”, completa.

 

1 Comentário

  • João Gato Responder

    16/08/2019 at 21:39

    Como perseguição política se ele tem 40 processos rodas contas rejeitadas apartamento em nome da mãe, assessor sítio gado 200 alqueires em cana mais de 50 cargos de confiança folha de pgto mais de 800.000,00 mensal veículos em oficinas a mais de 5 anos por várias cidades de nossa região será que isso é perseguição política kkkk sacanagem

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